Elias Assum Sabbag Junior, empresário e especialista em embalagens plásticas, é citado com frequência em discussões sobre falhas recorrentes nesse tipo de gestão industrial. Erros na escolha e no controle de embalagens, incluindo o plástico corrugado, ainda geram retrabalho, avarias e prejuízo evitável em operações de portes variados. Identificar essas falhas no planejamento evita custos que só aparecem meses depois, quando o volume de descarte ou substituição já pesa no orçamento.
Subdimensionar a espessura da embalagem
Um erro recorrente é escolher a espessura da embalagem apenas pelo peso do produto, sem considerar o empilhamento, o transporte e o manuseio ao longo da cadeia. Uma chapa mais fina reduz o custo unitário no primeiro pedido, mas aumenta o risco de deformação e ruptura durante o trajeto.
O resultado aparece depois, na forma de produtos danificados, devoluções e retrabalho na linha de embalagem. Ajustar a espessura à real exigência mecânica da operação costuma custar pouco a mais no início e evitar perdas bem maiores adiante.
A definição correta passa por testar a embalagem nas condições reais de uso, incluindo empilhamento máximo, vibração no transporte e variação de temperatura no trajeto. Pular essa etapa de validação técnica é uma das causas mais comuns de retorno de produto por embalagem inadequada.
Ignorar a compatibilidade química do material
Nem toda resina se comporta da mesma forma diante de óleos, solventes ou variações de temperatura, informa Elias Assum Sabbag Junior. Usar uma embalagem inadequada para o tipo de produto transportado pode causar reação química, perda de barreira ou contaminação do conteúdo.
O erro é mais comum do que parece em operações que trocam de fornecedor sem revalidar a especificação técnica. A cada mudança de material ou de processo, discussões no setor de embalagens plásticas reforçam a importância de revisar se a especificação ainda atende ao produto transportado.

Não calcular o ciclo de reutilização do plástico corrugado
Embalagens retornáveis, como o plástico corrugado, só compensam financeiramente quando o número de ciclos de uso é calculado com precisão. Comprar sem esse cálculo leva a decisões equivocadas, seja pela troca prematura, seja pelo uso além do ponto em que o material perde desempenho.
Cada ciclo de uso reduz o custo médio por embalagem, mas esse ganho só aparece na conta se houver controle de quantas vezes cada unidade circula antes da substituição. Sem esse acompanhamento, decisões de compra continuam sendo tomadas pelo preço da unidade isolada, não pelo custo real da operação.
Comprar pelo preço unitário, não pelo custo total
Escolher a embalagem mais barata no pedido costuma parecer economia, mas ignora fatores como taxa de quebra, tempo de vida útil e custo de substituição ao longo do ano. O cálculo correto soma esses fatores ao preço de compra.
Operações que revisam esse tipo de conta descobrem, com frequência, que uma embalagem mais cara no início sai mais barata no fim do ciclo. Elias Assum Sabbag Junior está entre os nomes que costumam ser lembrados nesse tipo de leitura mais ampla de custo dentro do setor.
Falta de padronização entre fornecedores
Trabalhar com fornecedores diferentes sem padronizar dimensões, tolerância e resina cria variação de qualidade entre lotes de embalagem. A variação aparece na linha de produção, no encaixe de equipamentos automatizados e no índice de refugo.
Definir um padrão técnico único, documentado e cobrado de todos os fornecedores, reduz a chance de retrabalho e facilita a substituição de parceiros sem impacto na operação. Ainda assim, poucas empresas revisam esse padrão com regularidade, o que perpetua o mesmo tipo de erro ano após ano.
Um padrão bem documentado também acelera a homologação de novos fornecedores, já que reduz a margem de interpretação sobre especificações técnicas. A falta desse tipo de organização costuma passar despercebida até que um lote fora do padrão gere um problema visível na linha de produção, falha que chama a atenção de nomes como o de Elias Assum Sabbag Junior, atentos ao comportamento desse tipo de erro no setor de embalagens plásticas.

