Como comenta Ediney Jara de Oliveira, a questão central já não é se vale a pena investir em dados, e sim como transformar volumes dispersos em decisões melhores no dia a dia. Dados passaram de subproduto das operações para se tornar um dos principais ativos estratégicos da economia contemporânea. Empresas que aprendem a coletar, organizar e interpretar informações com método ganham agilidade, reduzem desperdícios e identificam oportunidades antes da concorrência. Se o objetivo é crescer com previsibilidade, continue a leitura e veja que tratar dados como patrimônio da organização é caminho inevitável.
Dados além dos relatórios operacionais
Durante muito tempo, dados foram vistos apenas como insumo para relatórios mensais, quase sempre atrasados em relação aos fatos. Hoje, o papel se inverteu. Informações em tempo quase real orientam preço, estoque, crédito, campanhas de marketing e até a abertura ou fechamento de unidades. Na perspectiva de Edinei Jara de Oliveira, os negócios mais competitivos constroem rotinas em que a pergunta “o que os dados mostram?” aparece antes de decisões relevantes.

Qualidade, governança e confiança nas informações
Não basta acumular planilhas, sistemas e dashboards. Dados imprecisos, duplicados ou incompletos levam a conclusões equivocadas, por mais avançadas que sejam as ferramentas de análise. Segundo Ediney Jara de Oliveira, qualidade de dados depende de processos bem definidos: quem registra, como registra, com que frequência corrige erros e de que maneira integra fontes diferentes.
Dados e vantagem competitiva nos negócios
Empresas que tratam dados como ativo estratégico constroem vantagem competitiva em várias frentes. Mapear padrões de consumo permite lançar produtos mais aderentes à realidade dos clientes. Analisar histórico de inadimplência ajuda a ajustar critérios de crédito, protegendo caixa sem perder oportunidades. Monitorar custos em detalhe revela onde há espaço para ganho de eficiência. Para Edinei Jara de Oliveira, essa capacidade de enxergar o negócio “por dentro” reduz a dependência de intuições isoladas e decisões improvisadas.
Capacidades humanas na economia orientada a dados
Tratar dados como ativo não significa substituir pessoas por algoritmos em todas as frentes. O desafio está em combinar análise automatizada com interpretação humana. Profissionais que entendem de negócio, conhecem o cliente e sabem fazer perguntas relevantes extraem muito mais valor das bases disponíveis. Como enfatiza Ediney Jara de Oliveira, a competência de traduzir números em decisões práticas se torna tão importante quanto a habilidade técnica de operar ferramentas de análise.
Desafios éticos, ambientais e regulatórios
O uso intensivo de dados também traz responsabilidades. Leis de proteção de informações pessoais, exigências de transparência algorítmica e preocupações com segurança digital exigem atenção constante. Consoante Edinei Jara de Oliveira, negócios que tratam a privacidade como parte da proposta de valor constroem relações mais sólidas com clientes e parceiros, evitando desgastes de imagem e riscos jurídicos.
Outro ponto é o custo ambiental de grandes estruturas de processamento e armazenamento. Otimizar o que se coleta, evitar redundâncias e adotar soluções tecnológicas mais eficientes reduz impacto e contribui para práticas empresariais mais sustentáveis.
Dados como eixo da estratégia de longo prazo
Na economia contemporânea, dados deixam de ser apenas registro do passado e passam a orientar o futuro. Organizações que investem em infraestrutura, governança e competências analíticas constroem capacidade de reagir rápido, antecipar tendências e ajustar rotas sem rupturas. Como pontua Ediney Jara de Oliveira, tratar dados como ativo estratégico é decidir que a empresa não será conduzida apenas por improvisos, mas por decisões consistentes, capazes de atravessar ciclos econômicos e mudanças de mercado com maior segurança. Nesse cenário, informação deixa de ser custo e se transforma em uma das fontes mais importantes de valor.
Autor : Alejandra Guyton

