Close Menu
  • Home
  • Economia
  • Notícias
  • Política
Leia Também

A Sigma Educação explora o que fazer quando o estudante afirma que não gosta de ler

agosto 3, 2026

Mais importante que o peso na balança: Lucas Peralles explica por que o VO2 máximo prediz a longevidade

julho 30, 2026

Tiago Oliva Schietti analisa o consórcio como estratégia em momentos de juros altos

julho 27, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Reportagem JáReportagem Já
  • Home
  • Economia
  • Notícias
  • Política
Reportagem JáReportagem Já
Home»Notícias»Regulação do hidrogênio cinza, azul e verde: desafios fiscais na diferenciação por origem e impacto ambiental
Notícias

Regulação do hidrogênio cinza, azul e verde: desafios fiscais na diferenciação por origem e impacto ambiental

Diego VelázquezPor Diego Velázquezagosto 5, 2025Nenhum comentário4 Min de leitura
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Leonardo Manzan explica as implicações tributárias da distinção entre os tipos de hidrogênio e seus usos.
Leonardo Manzan explica as implicações tributárias da distinção entre os tipos de hidrogênio e seus usos.
Compartilhar
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Leonardo Manzan, empresário atento às inovações do setor energético, ressalta que o avanço das tecnologias de produção de hidrogênio, especialmente nas modalidades cinza, azul e verde, trouxe à tona um novo desafio tributário: como diferenciar o tratamento fiscal de cada tipo com base em sua origem e impacto ambiental. Essa distinção não é apenas técnica, mas política, e afeta diretamente a competitividade dos projetos e a conformidade com os compromissos de descarbonização assumidos pelo Brasil.

Embora o hidrogênio verde seja considerado o mais alinhado às metas de sustentabilidade, por ser produzido a partir de fontes renováveis, ainda não há um marco legal que trate especificamente da tributação diferenciada entre as formas de produção. Essa lacuna pode gerar insegurança jurídica, desincentivar investimentos em alternativas mais limpas e comprometer a construção de uma política energética orientada pela transição ecológica.

O que distingue o hidrogênio cinza, azul e verde e por que isso importa para o Fisco?

O hidrogênio cinza é produzido a partir de combustíveis fósseis, com alta emissão de carbono; o azul, também fóssil, mas com captura de carbono; e o verde, a partir de fontes limpas, como energia solar ou eólica. Do ponto de vista ambiental, esses modelos têm impactos completamente distintos, o que justifica, segundo especialistas, a necessidade de tratamento tributário diferenciado.

Leonardo Manzan aponta que a ausência de codificações fiscais específicas para cada tipo de hidrogênio dificulta a implementação de políticas de incentivo ou penalização com base em critérios ambientais. Adicionalmente, sem uma classificação legal clara, as empresas enfrentam dúvidas quanto ao enquadramento fiscal, à concessão de benefícios e à prestação de informações nas obrigações acessórias.

Como a legislação atual trata, ou ignora essas distinções?

Atualmente, o hidrogênio não possui uma regulamentação setorial consolidada no Brasil. Sua tributação segue, de forma genérica, regras aplicáveis a insumos industriais ou energéticos, sem considerar seu ciclo de produção ou impacto ambiental. Isso impede que o Fisco utilize instrumentos tributários como estímulo à produção limpa e à redução das emissões.

Tributação precisa acompanhar a inovação energética — afirma Leonardo Manzan.
Tributação precisa acompanhar a inovação energética — afirma Leonardo Manzan.

De acordo com análises recentes, essa omissão legislativa pode gerar distorções econômicas, já que o hidrogênio cinza, mais barato e poluente, não enfrenta qualquer penalização tributária, enquanto o verde, mais caro e sustentável, não recebe incentivos suficientes para se tornar competitivo. Leonardo Manzan observa que, sem um redesenho tributário, o país corre o risco de adotar uma matriz energética ineficiente sob o ponto de vista ambiental e fiscal.

Caminhos para um modelo fiscal alinhado à transição energética

Para promover o hidrogênio verde como alternativa estratégica, é necessário criar instrumentos fiscais que incorporem critérios de sustentabilidade. Isso inclui isenções, alíquotas diferenciadas, créditos presumidos e deduções para projetos com baixa emissão de carbono. Essas medidas precisam estar acompanhadas de critérios técnicos claros para evitar fraudes e garantir segurança jurídica.

Leonardo Manzan comenta que a criação de códigos fiscais específicos e a exigência de certificação da origem do hidrogênio produzido são passos fundamentais. Ademais, a integração dessas medidas com a política industrial e com os incentivos já existentes para fontes renováveis pode fortalecer a cadeia produtiva e atrair investimentos para o setor.

Por que o tratamento fiscal do hidrogênio pode definir o futuro da matriz energética brasileira

O Brasil tem potencial competitivo para liderar o mercado de hidrogênio verde globalmente, graças à sua matriz renovável. No entanto, para transformar esse potencial em realidade, é essencial que a estrutura fiscal acompanhe as exigências ambientais e a evolução tecnológica do setor.

Nesse cenário, Leonardo Manzan reforça que o papel do Fisco será estratégico: ou ele se torna um aliado da transição energética, com um sistema de incentivos e penalidades inteligente, ou corre o risco de engessar o desenvolvimento sustentável. A regulamentação tributária do hidrogênio, se bem formulada, pode se tornar um marco decisivo na reconfiguração da matriz energética brasileira.

Autor: Alejandra Guyton

Leonardo Manzan Leonardo Siade Leonardo Siade Manzan O que aconteceu com Leonardo Siade Manzan Quem é Leonardo Siade Manzan
Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Artigo anteriorSaiba como alternativas recicláveis estão mudando o esporte
Próximo artigo Seguro empurrado? Veja como identificar a venda casada no seu contrato bancário e pedir seu dinheiro de volta
Diego Velázquez
Diego Velázquez
  • Website

Postagens relacionadas

A Sigma Educação explora o que fazer quando o estudante afirma que não gosta de ler

agosto 3, 2026

Mais importante que o peso na balança: Lucas Peralles explica por que o VO2 máximo prediz a longevidade

julho 30, 2026

Tiago Oliva Schietti analisa o consórcio como estratégia em momentos de juros altos

julho 27, 2026

O impacto da energia elétrica no desenvolvimento de municípios remotos do Norte do Brasil 

julho 24, 2026

Os comentários estão desativados.

News

Política de reciclagem urbana: nova estrutura para catadores reforça inclusão social e sustentabilidade nas cidades

março 13, 2026

Lula diz que PEC da Blindagem é ‘desagradável’ e que vetará anistia

setembro 18, 2025

Indenização por Arma Devolvida: Nova Regra Avança e Reacende Debate sobre Segurança Pública e Responsabilidade Estatal

março 30, 2026

Alta dos juros se consolida como estratégia prolongada do Banco Central

junho 25, 2025

Cobertura de Notícias Diárias: Artigos sobre os acontecimentos mais recentes no Brasil e no mundo, abrangendo política, economia, sociedade, esportes e cultura.

Confiança ou risco? Como avaliar quem realmente protege o idoso e tomar decisões mais seguras? Veja com o Sindnapi – Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos

abril 6, 2026

Como blindar a empresa de disputas entre herdeiros: cláusulas preventivas que garantem segurança no contrato social

julho 23, 2025

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.