Close Menu
  • Home
  • Economia
  • Notícias
  • Política
Leia Também

Dormir bem ou treinar mais? O que impacta mais sua saúde

maio 5, 2026

Política Nacional dos Direitos LGBTQIA+: o projeto de Erika Hilton e o avanço da cidadania no Brasil

abril 29, 2026

Açúcar em alta no mercado internacional: como o setor de energia impulsiona as cotações globais

abril 29, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Reportagem JáReportagem Já
  • Home
  • Economia
  • Notícias
  • Política
Reportagem JáReportagem Já
Home»Notícias»Seguro empurrado? Veja como identificar a venda casada no seu contrato bancário e pedir seu dinheiro de volta
Notícias

Seguro empurrado? Veja como identificar a venda casada no seu contrato bancário e pedir seu dinheiro de volta

Diego VelázquezBy Diego Velázquezagosto 8, 2025Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Alexandre Victor De Carvalho orienta como identificar o seguro empurrado em contratos bancários e garantir o reembolso.
Alexandre Victor De Carvalho orienta como identificar o seguro empurrado em contratos bancários e garantir o reembolso.
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Conforme apresenta o desembargador Alexandre Victor de Carvalho, a contratação de produtos financeiros muitas vezes vem acompanhada de cláusulas pouco claras e cobranças indevidas, especialmente em contratos de financiamento. Um dos abusos mais recorrentes é a chamada venda casada de seguros, prática considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor. O tema tem ganhado cada vez mais atenção nos tribunais brasileiros, com julgadores atentos à proteção do consumidor.

Na decisão, o desembargador deixou claro que impor ao consumidor a contratação de seguro com empresa previamente indicada pela instituição financeira configura venda casada, vedada por lei. Leia mais e reflita sobre essa discussão:

Venda casada de seguros: o que é e como identificar

A prática de venda casada ocorre quando o consumidor é obrigado a contratar um produto ou serviço adicional para ter acesso ao que realmente deseja. Em financiamentos bancários, isso acontece frequentemente com seguros atrelados ao contrato, muitas vezes impostos sem alternativa de escolha de outra seguradora ou sem possibilidade de recusa. Mesmo quando há cláusulas afirmando que o seguro é “facultativo”, a indicação direta de uma seguradora sem liberdade real de escolha configura imposição.

Descubra com Alexandre Victor De Carvalho os sinais da venda casada e como reaver valores cobrados indevidamente.
Descubra com Alexandre Victor De Carvalho os sinais da venda casada e como reaver valores cobrados indevidamente.

Segundo o Código de Defesa do Consumidor, essa conduta é abusiva (art. 39, I), pois fere o princípio da liberdade de contratação. Assim, se o banco ou financeira condiciona a liberação do crédito à contratação de um seguro específico, ou se o consumidor não teve real opção de escolha, estamos diante de uma prática ilegal, que pode ser revista judicialmente. O entendimento do desembargador Alexandre Victor de Carvalho reforça que a proteção contratual deve estar a serviço da equidade.

A restituição dos valores pagos: quando é possível?

Ao reconhecer a ilegalidade da venda casada, o próximo passo é avaliar se há direito à devolução dos valores pagos com base no seguro contratado. Dessa forma, o desembargador Alexandre Victor de Carvalho pontuou que essa restituição é devida, mas nem sempre ocorrerá em dobro. Para isso, é preciso analisar se houve ou não má-fé da instituição financeira na cobrança. 

@alexandrevictordecarvalh

Buscando a revisão do contrato_ Entenda as cláusulas abusivas segundo Alexandre Victor de Carvalho identificar cláusulas abusivas em contratos bancários é fundamental para evitar prejuízos financeiros. Alexandre Victor de Carvalho orienta sobre como analisar os termos do contrato e contestá-los judicialmente para garantir uma negociação justa e equilibrada. #QuemÉAlexandreVictorDeCarvalho #DesembargadorAlexandreVictorDeCarvalho #AlexandreVictorDeCarvalhoTJMG #AlexandreVictorDeCarvalhoCNJ #AlexandreVictorDeCarvalho OQueAconteceuComAlexandreVictorDeCarvalho

♬ original sound – Alexandre Victor De Carvalho – Alexandre Victor De Carvalho

O entendimento é que, se não há dolo evidente por parte do banco, e a cobrança está baseada em contrato assinado, não se configura violação da boa-fé objetiva. Ainda assim, o consumidor tem direito à devolução dos valores pagos indevidamente, com correção monetária e juros, pois não pode ser penalizado por cláusulas que, mesmo contratualmente previstas, contrariem a legislação de proteção ao consumidor. 

Juros remuneratórios e ônus do consumidor

Nem todo pedido de revisão contratual, porém, resulta na declaração de abusividade. Foi o caso do pleito quanto aos juros remuneratórios. O desembargador Alexandre Victor de Carvalho esclareceu que, sem provas consistentes, como perícia técnica ou extratos que demonstrem a cobrança de taxas superiores às contratadas, não é possível reconhecer a abusividade dos juros. O ônus da prova nesse ponto é do consumidor, que deve demonstrar, com clareza, que foi lesado.

Ainda que o contrato contenha cláusulas que mereçam revisão, o consumidor precisa estar atento à forma de apresentação dos seus pedidos. No caso analisado, o pedido relacionado à assistência 24 horas sequer foi conhecido, por ser apresentado apenas na fase recursal, o que configura inovação indevida. Essa lição reforça a importância de buscar orientação jurídica qualificada desde o início, para que todos os pontos relevantes sejam bem fundamentados e instruídos com provas adequadas.

Conclui-se assim que, revisar contratos bancários é um direito do consumidor, sobretudo quando há indícios de abusos como a venda casada de seguros. O entendimento consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça e reforçado pelo voto do desembargador Alexandre Victor de Carvalho mostra que a imposição de produtos adicionais fere o princípio da liberdade contratual e pode gerar direito à restituição dos valores pagos. 

Autor: Alejandra Guyton

Alexandre Victor de Carvalho Alexandre Victor de Carvalho CNJ Alexandre Victor de Carvalho TJ MG desembargador Alexandre Victor de Carvalho O que aconteceu com Alexandre Victor de Carvalho quem é Alexandre Victor de Carvalho
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleRegulação do hidrogênio cinza, azul e verde: desafios fiscais na diferenciação por origem e impacto ambiental
Next Article Transparência corporativa: diferencial competitivo invisível
Diego Velázquez
Diego Velázquez
  • Website

Related Posts

Dormir bem ou treinar mais? O que impacta mais sua saúde

maio 5, 2026

Açúcar em alta no mercado internacional: como o setor de energia impulsiona as cotações globais

abril 29, 2026

Projetos digitais: Como alinhar tecnologia e estratégia para gerar resultados reais?

abril 29, 2026

O lançamento de oleoduto sob o Lago Michigan pode ameaçar a soberania energética da região?

abril 22, 2026

Comments are closed.

News

FMI reduz projeções da economia global, mas economia do Brasil surpreende em cenário de guerra

abril 14, 2026

Com juros altos, FIEMG cobra coordenação fiscal e monetária para destravar economia

setembro 18, 2025

Quais os efeitos imediatos da tarifa de Trump para a economia brasileira

julho 10, 2025

Câmara vota hoje projeto que cancela decreto do governo que elevou IOF

junho 25, 2025

Cobertura de Notícias Diárias: Artigos sobre os acontecimentos mais recentes no Brasil e no mundo, abrangendo política, economia, sociedade, esportes e cultura.

“Classes Sociais no Brasil: O Impacto Real do Acesso à Saúde Pública?”

agosto 20, 2025

Como funciona a recuperação judicial? Confira este guia prático para empresários e produtores rurais

novembro 7, 2025

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.